A música brasileira tem uma rica mistura de influências europeias africanas e indígenas e tem produzido uma das mais originais e diversas culturas musicas do mundo. A influência africana permanece até os dias atuais. Os instrumentos musicais africanos também ganham destaques na cultura brasileira. Nossa música não seria nada do que é hoje se não fosse a cultura afro-brasileira, que através de milhares de anos, conseguiu influenciar a música popular, as danças, e os ritmos como samba maracatu entre outros.
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A dança Africana na música Brasileira (Professoras Angelica e Pricila)
Um dos eixos oriundos das raízes africanas são os rituais e celebrações onde o corpo e movimento  eram presenças cruciais. A dança era a mais forte manifestação dos povos africanos e essa prática era realizada em várias ocasiões, que variavam entre cerimônias de casamento, morte, colheita, guerra, alegria, tristeza, exorcismo, doenças e agradecimentos. Um dos pontos comuns na dança da  maioria dos povos africanos é  a forma de apresentação em círculos, semicírculos ou fileiras, fora a participação de todos, independente de sexo e escala social. O samba é uma variante dessas danças herdadas desses rituais e, hoje está inserido em todas as regiões do Brasil, acredita-se que seja oriundo do "Semba", palavra de origem africana que significa umbigada. Imagem relacionada


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Que o velho testamento me perdoe, mas  não somos a descendência de Cam , mas a origem de uma raça.
Nego o mito da “democracia racial” de Gilberto Freyre, do clássico Casa-Grande e Senzala, com a polarização “senhor de engenho” e escravizados.
Repúdio ao Apartheid, o regime de segregação racial, que cerceou meu direito de cidadão.
O fim da Ku Klux Klan, que tenta exterminar  minha voz, meu corpo, minha alma, minha origem.
Eu sou Zumbi, Martin Luther King Jr., Malcolm X, Rosa Parks, Pantera Negra, Abdias do Nascimento, Mariele Franco. Eu sou a luta, o choro, o grito, o sangue! Eu sou a Resistência! Portanto, venha conhecer e compartilhar do nosso movimento que luta pela liberdade e igualdade racial.
                               Professoras Nelma e AnatateImagem relacionada                                                               

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Número de brasileiros que se declaram negros sobe 6%
Nem sempre se assumir negro ou pardo foi fácil. Vítimas de preconceito e discriminação, muitos preferiram um dia mascarar a raça. Por isso necessita-se de um maior grau de conscientização. Esse número vem aumentando devido ao fato dos negros se auto aceitarem como negros, sempre existirá preconceito contra os negros, porém de forma mais branda. “Temos novas leis, as próprias faculdades estão se politizando para o assunto, e podemos comemorar o fato de as pessoas se declaram negras ou pardas. É um avanço para o Brasil.
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Ainda que de maneira muito reduzida, pessoas negras tem ganhado algum espaço nas mídias impressas, televisiva e digitais e tentado com muito esforço apresentar uma outra imagem do que é a negritude. Meninas e rapazes que aceitam e assumem seu fenótipo negro como algo belo, ocupam de forma cada vez mais forte a moda, a fotografia, as artes e a produção cultural em geral. Mas isso tem recebido críticas de pessoas que veem o movimento do “tombamento”, ou da valorização da estética negra, como algo superficial, que estaria deixando de lado questões importantes e urgentes. O primeiro problema dessas críticas, na maioria das vezes, é que elas ignoram a complexidade do racismo e lembram apenas de um de seus tentáculos. Porém, esse não é o único dos tentáculos do racismo. Para que hoje a mesma negritude que remete aos povos que já foram os mais ricos cultural e materialmente na história seja ligada ao que há de pior no mundo, foi preciso que o racismo operasse em várias dimensões. E é aí que entra a importância da valorização da imagem negra, não como algo acessório, mas fundamental e complementar para combater o racismo. 
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As religiões afro-brasileiras são aquelas originadas da cultura de diversos povos africanos trazidos como escravos ao Brasil, ao longo dos séculos XVI e XIX. Tendo um importante papel na preservação das tradições culturais dos diferentes grupos étnicos negros (afro-brasileiros), há também, atualmente, um grande número de brancos e outros grupos étnicos que aderem a tais religiões, em especial o candomblé e a umbanda

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LITERATURA E RACISMO
A oficina de literatura fará uma releitura de um trecho da obra de Shakespeare Romeu e Julieta. A releitura adaptará a rivalidade da família Montéquio e Caputelo à rivalidade familiar por conta da cor de pele. A adaptação será uma reinterpretação contemporânea da segunda cena contida no segundo ato da obra. Na cena original Julieta questiona a rivalidade entre as famílias e aponta esse fator como causa da impossibilidade do seu romance com Romeu, na adaptação a causa seria o preconceito familiar pela cor de pele, abordando o tema do racismo e da discriminação como fatores decisivos para o desenrolar do romance. Deste modo, a culminância será a representação rápida da cena em questão, tendo por fim a leitura de um poema que impetraria uma reflexão catártica na plateia.
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Professores: Raul e Renato

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O RACISMO SECULAR NO FUTEBOL
O período em que o futebol chegou ao Brasil está muito próximo à data da abolição da escravatura no país. Em pouco espaço de tempo o futebol como esporte, inicialmente adotado pela elite brasileira como forma de lazer promovendo acontecimentos sociais, passou a ser praticado por diferentes classes e grupos de pessoas. É nesse contexto que o negro começou a fazer parte desse esporte. Neste trabalho mostraremos as dificuldades enfrentadas por jogadores negros para conquistar seu lugar no futebol brasileiro e o racismo que fez e que faz parte ainda hoje desse esporte.
Professores Rafael e Inaldo Imagem relacionada

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CAPOEIRA: ARTE E CIÊNCIA
A história da capoeira começa no século XVI, na época em que o Brasil era colônia de Portugal. A mão de obra escrava africana foi muito utilizada no Brasil, principalmente nos engenhos (fazendas produtoras de açúcar) do nordeste brasileiro. Muitos destes escravos vinham da região de Angola, também colônia portuguesa. Os angolanos, na África, faziam muitas danças ao som de músicas.
Nesta oficina os professores Francimar e Veras farão uma abordagem histórica e cientifica da capoeira com um olhar dentro da Física e da Matematica sobre os movimentos desta arte. 
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AFRICANIDADE:  A IMAGEM DO NEGRO NAS LENDAS E COSTUMES DO BRASIL ESCRAVISTA (PROFESSOR MARQUINHOS)





A presente comunicação convida os interessados a ingressar em uma viagem ao do seculo XVII e XVII, realizando paradas em alguns trechos perigosos da história, revivendo as lendas criadas por uma sociedade vil e preconceituosa sobre os irmão negros para justificar "fatos inexplicáveis" e ainda práticas de agressão aos mesmos por maus comportamentos. Faremos paradas em trechos solidários para refletirmos alguns costumes do negro escravo na tentativa de diminuir seu fardo cotidiano. E prometemos aos passageiros um regresso ao seu destino de origem ceio de pensamentos reflexivos sobre nossa realidade.


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